Tanto a fala quanto a escrita sofrem alterações constantemente, e por este motivo percebemos na escrita dos alunos e em seu vocabulário termos que não usamos com freqüência ou nunca usamos, isso deve ser levado em consideração na hora de uma avaliação, talvez sua resposta não esteja de acordo com que imaginávamos que ele deveria responder, mais ele está respondendo conforme as palavras contidas em seu vocabulário de uma forma não tão formal, será que ele está errado?
Aprendi neste semestre e passei a respeitar que o letramento é um conjunto de práticas sociais, jamais um aluno vivendo junto a um grupo social menos informado era dar uma resposta, sobre um determinado assunto, usando palavras cujo sentido ele desconhece.
Uma criança desde cedo, ao criar suas histórias, ou ele insere em seu contexto objetos que estão próximos a ele, ou inventa objetos e personagem que estão fora de seu convívio, embora não saiba o que significa ele imagina cenas para este “ser”.
Se, ao passar dos anos, estes objetos ou seres são apresentados à ele com o seu significado correto, será mais uma informação nova para ser inserido em suas futuras argumentações, caso contrário seus argumentos serão qualificados de forma menos formal mais que devem ser levados em consideração durante uma avaliação.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
recuperação
Didática
Planejamento é um pensamento hipotético, nós como professores planejamos cotidianamente, desde manhã até a hora do repouso, exatamente pelo fato de termos que planejar as aulas, adquirimos o hábito de planejar nossa vida pessoal também.
O texto lido para a produção de trabalho de Maria Bernadette Castro Rodrigues relata a dificuldade que temos de planejar de fato uma aula, afinal, nosso planejamento começa antes mesmo do início das aulas, e mesmo tendo que planejar antes de conhecer meus alunos, faço meus planos de aula semanais, embora não seja o correto, e o correto seria um plano diário, infelizmente isto é inviável com o grande de turmas que atendo diariamente. Algo que estou levando em consideração após as leituras da interdisciplina é o aspecto sócio-econômico-cultural das turmas, não que já não os levassem em consideração, mais, depois de ter uma clareza da importância destes aspectos, consigo, de fato, olhar cada aluno levando em consideração onde mora, como vive, com quem vive, seu dia-a-dia, enfim, tudo o que pode atrapalhar ou ajudar no campo da aprendizagem.
Hoje lamento o fato de ter sido alfabetizada num colégio em que imperava o fordismo, em que o que importava eram os interesses da indústria e de quem a mantinha, o que eu pensava não importava, carrego traços desse modelo ainda nos dias de hoje, embora, com o passar dos semestres essas atitudes têm sido explicadas e modificadas, estando explícito e bem argumentado o fato pelo qual devemos ouvir nossos alunos, respeitar seus limites, entender suas atitudes, pois isto é um reflexo da sociedade em que vivemos.
Para que o processo de ensino e aprendizagem seja satisfatório deve-se objetivar os interesses do aluno, o que ele trás de casa e também lhes mostrar fatos novos que, por vários motivos, passam despercebidos de nossas crianças, exatamente por falta de apresentação. Então, chamar-lhes a atenção para o que gostam e apresentar-lhes fatos novos do mundo globalizado e fazer disso algo interessante para cada um.
Outro fato interessante observado no decorrer do semestre é a utilização de projetos, durante vinte anos de magistério sempre de dediquei a elaboração de projetos, há de se observar que eles não eram tão claros como serão os de agora em diante, nunca soube argumentar de forma objetiva a intenção dos projetos, embora todos os projetos tivessem como finalidade principal a interdisciplinaridade, mais faltava saber o que os alunos pensavam sobre o tema, até onde iam seus conhecimentos sobre o assunto, de onde vinham seus conhecimentos sobre o assunto e, ao final do projeto, se tínhamos ou não alcançado os objetivos nossos e de nossos alunos, sendo assim, passaremos a aplicar as informações adquiridas e trabalhar de forma mais desafiadora e objetiva em nossos projetos.
Planejamento é um pensamento hipotético, nós como professores planejamos cotidianamente, desde manhã até a hora do repouso, exatamente pelo fato de termos que planejar as aulas, adquirimos o hábito de planejar nossa vida pessoal também.
O texto lido para a produção de trabalho de Maria Bernadette Castro Rodrigues relata a dificuldade que temos de planejar de fato uma aula, afinal, nosso planejamento começa antes mesmo do início das aulas, e mesmo tendo que planejar antes de conhecer meus alunos, faço meus planos de aula semanais, embora não seja o correto, e o correto seria um plano diário, infelizmente isto é inviável com o grande de turmas que atendo diariamente. Algo que estou levando em consideração após as leituras da interdisciplina é o aspecto sócio-econômico-cultural das turmas, não que já não os levassem em consideração, mais, depois de ter uma clareza da importância destes aspectos, consigo, de fato, olhar cada aluno levando em consideração onde mora, como vive, com quem vive, seu dia-a-dia, enfim, tudo o que pode atrapalhar ou ajudar no campo da aprendizagem.
Hoje lamento o fato de ter sido alfabetizada num colégio em que imperava o fordismo, em que o que importava eram os interesses da indústria e de quem a mantinha, o que eu pensava não importava, carrego traços desse modelo ainda nos dias de hoje, embora, com o passar dos semestres essas atitudes têm sido explicadas e modificadas, estando explícito e bem argumentado o fato pelo qual devemos ouvir nossos alunos, respeitar seus limites, entender suas atitudes, pois isto é um reflexo da sociedade em que vivemos.
Para que o processo de ensino e aprendizagem seja satisfatório deve-se objetivar os interesses do aluno, o que ele trás de casa e também lhes mostrar fatos novos que, por vários motivos, passam despercebidos de nossas crianças, exatamente por falta de apresentação. Então, chamar-lhes a atenção para o que gostam e apresentar-lhes fatos novos do mundo globalizado e fazer disso algo interessante para cada um.
Outro fato interessante observado no decorrer do semestre é a utilização de projetos, durante vinte anos de magistério sempre de dediquei a elaboração de projetos, há de se observar que eles não eram tão claros como serão os de agora em diante, nunca soube argumentar de forma objetiva a intenção dos projetos, embora todos os projetos tivessem como finalidade principal a interdisciplinaridade, mais faltava saber o que os alunos pensavam sobre o tema, até onde iam seus conhecimentos sobre o assunto, de onde vinham seus conhecimentos sobre o assunto e, ao final do projeto, se tínhamos ou não alcançado os objetivos nossos e de nossos alunos, sendo assim, passaremos a aplicar as informações adquiridas e trabalhar de forma mais desafiadora e objetiva em nossos projetos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Taylorismo e Fordismo
A maioria das escolas adota o ensino como uma forma fragmentada, exatamente pela resistência dos educando que não conseguem enxergar sua disciplina de atuação junto a outras disciplinas.
O desinteresse por parte dos alunos vai aumentando, aumentando também o número de reprovações e evasões escolares, já que não podem expressar sua opinião, não vêem o que estudam como parte fundamental para uma vida social mais afetiva e colaborativa então não precisa ir à aula.
O desinteresse por parte dos alunos vai aumentando, aumentando também o número de reprovações e evasões escolares, já que não podem expressar sua opinião, não vêem o que estudam como parte fundamental para uma vida social mais afetiva e colaborativa então não precisa ir à aula.
Planejamento: em busca de caminhos
Todos nós aprendemos a fazer planejamentos das aulas em nossos cursos de didática, em nossos estágios, mas não nos dizem que a realidade de cada escola, de cada comunidade, de cada aluno é distinta, isso quem nos ensina é a prática, vivendo nosso dia-a-dia dentro das escolas, encarando os problemas estruturais de cada família.
Considero de fundamental importância o planejamento, inclusive é inadmissível um professor entrar em uma turma sem ter, no mínimo, pensado sua aula, não importa se a aula tomará outro caminho, nosso ofício nos proporciona esses percalços e, além de planejar a aula, também é importante o registro da mesma para termos noção, um “termômetro” de como foi à aula e como a turma reagiu a ela.
Considero de fundamental importância o planejamento, inclusive é inadmissível um professor entrar em uma turma sem ter, no mínimo, pensado sua aula, não importa se a aula tomará outro caminho, nosso ofício nos proporciona esses percalços e, além de planejar a aula, também é importante o registro da mesma para termos noção, um “termômetro” de como foi à aula e como a turma reagiu a ela.
Menininho
No início do ano deveríamos fazer um levantamento com nossos alunos para, a partir daí, elaborássemos o plano anual.
Feito o plano anual conduzir os trabalhos de aprendizagem de forma que eles desenvolvam sua criatividade e espontaneidade para que haja, de fato, uma aprendizagem significativa usando várias formas distintas de trabalho.
Feito o plano anual conduzir os trabalhos de aprendizagem de forma que eles desenvolvam sua criatividade e espontaneidade para que haja, de fato, uma aprendizagem significativa usando várias formas distintas de trabalho.
Leitura do Parecer CEB n 11/2000
E.J.A.
Leitura do Parecer CEB nº 11/2000
As funções do E.J.A. são reparadoras, ou seja, reparar uma dívida social com aqueles que não tiveram acesso a escrita e a leitura.
Tem função equalizadora, onde esses jovens devem ter maiores oportunidades.
Além de ter função qualificadora para que os jovens e adultos desenvolvam seu potencial, possa trocar experiências e atualizar seus conhecimentos.
Os professores não podem ter uma visão preconceituosa ao tratar com esses jovens e adultos, pois esses têm habilidades que foram desenvolvidas ao longo dos anos.
Essa é uma dialética que deveria ser usada em todas as escolas que trabalham com essa classe social, pois o preconceito impera entre educadores e educando, uma vez que, tendo alunos fora da idade e com mau comportamento nas séries regulares são mandados para ao E.J.A., portanto essas turmas são alvo de discriminação e preconceito.
Leitura do Parecer CEB nº 11/2000
As funções do E.J.A. são reparadoras, ou seja, reparar uma dívida social com aqueles que não tiveram acesso a escrita e a leitura.
Tem função equalizadora, onde esses jovens devem ter maiores oportunidades.
Além de ter função qualificadora para que os jovens e adultos desenvolvam seu potencial, possa trocar experiências e atualizar seus conhecimentos.
Os professores não podem ter uma visão preconceituosa ao tratar com esses jovens e adultos, pois esses têm habilidades que foram desenvolvidas ao longo dos anos.
Essa é uma dialética que deveria ser usada em todas as escolas que trabalham com essa classe social, pois o preconceito impera entre educadores e educando, uma vez que, tendo alunos fora da idade e com mau comportamento nas séries regulares são mandados para ao E.J.A., portanto essas turmas são alvo de discriminação e preconceito.
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